Existem limites para a arte?


  É bem possível que você já conheça a tela de Leonardo da Vinci, Monalisa a moça retratada no século XVI não imaginou que seria, há mais de 500 anos depois, uma das mais populares figuras usadas na promoção de produtos. Sua imagem virou produto de consumo, sendo impressa em canecas, roupas vírgulas aventais e brinquedos pontos ela aparece em comerciais de shampoo, automóveis, perfume, maquiagem, sanduíche, amaciantes. 

Em 2009, o museu ideale Leonardo da Vinci organizou uma exposição de pinturas e desenhos feitos entre o século 16 e 20 inspirados na Monalisa. O objetivo da amostra, segundo os seus organizadores, foi discutir o fenômeno da Gioconda, como também é conhecida a Monalisa, na arte, na literatura, no design, na propaganda e dos produtos de consumo da sociedade contemporânea. 

A popular Gioconda não é a única obra a figurar em nosso cotidiano. Você já deve ter se deparado com outros exemplos. 

O que você acha das pessoas que tem a atitude de se apropriar de obras de arte aplicando-as ao objeto do cotidiano e peças publicitárias? 

Pois é a prática é polêmica: alguns críticos se manifestam dizendo que, apesar de as imagens conferirem um toque de classe e sofisticação aos produtos, existe o risco da produção em larga escala diluir ou acabar com o sentido da própria obra de arte já outros acreditam que essa é uma forma democrática de divulgar a arte, apropriando-se de algumas obras utilizando-as para divulgar produtos populares. 

Vamos refletir: o que você acha sobre o uso de obras de arte e artigos de consumo? 

O que você acha :é lícito se apropriar de obras de arte que não foram criadas com um propósito de vender mercadorias em propagandas por que? A arte é uma forma de expressão que permite transmitir ideias, sentimentos e visões de mundo, sendo fundamental para a criatividade e a reflexão humana no entanto embora a liberdade artística seja importante, ela pode encontrar limites quando desrespeita direitos incentiva violência, promove preconceitos ou causa danos a outras pessoas ponto dessa forma, pode-se concluir que a arte deve ser livre para questionar e provocar debate, mas também precisa considerar princípios éticos e o respeito à dignidade humana. Assim, seus limites não estão na criatividade em si, mas nas consequências que suas manifestações podem gerar na sociedade.

Usar pintura de Monalisa em propagandas pode sim gerar uma estratégia muito eficaz mas também gera debates. 

Vou falar um pouquinho sobre os argumentos a favor:

A imagem é reconhecida mundialmente, chamando a atenção rapidamente ponto e;

Pode tornar propaganda mais criativa, divertida e memorável; 

A arte ganha novas interpretações e alcançar públicos que talvez não visitassem museus como a obra é muito conhecida, ela facilita a comunicação de ideias e mensagens. 

Agora vamos usar argumentos contra: 

Algumas pessoas consideram que o uso comercial pode banalizar o desrespeitar uma obra de grande valor cultural. 

A propaganda pode distorcer o significado artístico que original da pintura. 

A quem Veja a transformação de uma obra-prima como ferramenta de venda como uma mercantilização da arte. 

Conclusão, o uso de Monalisa na publicidade mostra como a arte pode dialogar com a sociedade contemporânea ponto no entanto, é importante que esse uso seja feito de forma criativa e respeitosa, equilibrou dos interesses comerciais com a preservação do valor cultural e artístico da obra 



    Por: Priscila Pereira de Jesus 


Referência: janelas da arte de Hugo B./Perla Frenda/Tatiane Gusmão.                        


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quais os impactos psicológicos da territorialidade na psiqui humana

Por que é tão difícil definir arte?

Quais são as peculiaridades da arte indígena do Brasil ?